Grupo5_1D
Integrantes:
  1. Carlos Matheus - Nº9
  2. Gabriel Alvarenga - Nº12
  3. Guilherme Ramos - Nº14
  4. João Guilherme - Nº18
  5. Othávio Dias - Nº28


AIDS - Preconceito

No início da epidemia, não se conhecia as formas de contágio, dessa forma, houve o preconceito por conta da falta de informação e medo, isso fez com que, certos grupos como haitianos, homossexuais, bissexuais e os que vivem da prostituição sofressem uma grande discriminação. A "democratização" da doença, com o alto nível de contágio pelo consumo de drogas injetáveis e o partilhar de seringas, ou mesmo a falta de investimento político para o controle do monitoramento do sangue doado, levou o aumento da epidemia.
O preconceito sofrido pelo aidético é grave, e “pode ser praticado partir da própria família que, assim como a sociedade, pode, muitas vezes, julgá-lo em vez de acolher e compreender”. Essa postura resulta no “abandono que afeta emocionalmente o portador do vírus. É nesse momento que ele precisa de mais apoio e solidariedade, e compaixão”.
O preconceito pode ocorrer de diversas formas, e em diferentes lugares e situações, como em bares, restaurantes, na profissão, escola, há muitas pessoas que evitam contato e convivência com soropositivos. Muitas vezes, quem pratica esse tipo de preconceito, são pessoas que pensam que isso nunca irá acontecer com elas, que a doença ocorre apenas “nos outros". Mas é esse tipo de pessoa que acaba contraindo a doença, pois se cuida menos do que deveria
As aulas de Convivência são um espaço para reflexão das nossas atitudes e formação de um futuro melhor para nós e para as novas gerações. “Os jovens podem evitar as trilhas dos caminhos errados se tivessem um espaço como esse, poderia servir de alerta e conversas para evitar os preconceitos”, define Priscila Mendes.
Para Carolina Santos, de 18 anos, “As aulas de Convivência deveriam ser, por lei, incluídas nas escolas, pois ainda há falta de informações , interesse e empatia. Se não, a ignorância e o preconceito aumentariam cada dia mais”. E complementa Marcus Vinicius Scolari, 17 anos: “A discriminação não só contra os portadores do vírus da AIDS, mas qualquer tipo de coisa, seja ela religião, opção sexual, etnia, situação socioeconômica, não deveria existir, pois somos todos Seres Humanos, com qualidades e defeitos. Nós devemos respeitar todas essas diferenças”.

Vinte anos depois do início da disseminação da AIDS, com o desenvolvimento de medicamentos e campanhas de prevenção, há um controle maior da doença e não debilita tanto os seus portadores; curar à doença não está mais em pauta e sim viver mais .
O preconceito, no entanto, continua, apesar de ter tido uma significativa melhora nos últimos tempos. O objetivo agora é garantir que os soropositivos tenham uma vida normal. Incentivar a gravidez natural dos portadores é uma medida que visa reduzir o abismo entre a vida dos soropositivos e a de quem não tem a doença.
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Exemplos de pessoas que sofreram o preconceito:

O menino Ryan White, que morava nos EUA e foi expulso da escola quando foi diagnosticado com AIDS, mesmo não apresentando risco para os outros alunos, a luta de Ryan foi um símbolo e um porta-voz para um melhor entendimento da doença e com isso fez dele um símbolo para as pessoa que continham AIDS. Morreu aos 18 anos, nos EUA. E até hoje as pessoas lembram dele com muito carinho.
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Outro caso é o do Edson Gonçalves, presidente da Rede de Amizade das Pessoas com HIV/AIDS, de 47 anos, que fazem 16 anos que ele vive com a AIDS, diz que a grande dificuldade de portar o vírus não é o seu tratamento, e sim, ser aceito com ela e superar o preconceito.

Exemplos de pessoas que praticam o preconceito:

No ultimo BBB (Big Brother Brasil), reality show apresentado na Rede Globo em TV Aberta, uma participante, Angela que é advogada, disse que a "solução" para a "cura" da AIDS, seria: "Vamos matar todos os aidéticos (...) o que mais me irrita é saber que a AIDS existe, porque teve um idiota que foi transar com um macaco." E outro participante do reality show, Cássio, disse que os soro positivos não vivem mais de 40 anos.
Depois deste lamentável episódio, uma médica, especialista no assunto, visita o BBB para tirar dúvidas, falar sobre o importante uso da camisinha para não se contaminar.
Isso mostra a ignorância das pessoas a respeito da AIDS, a falta de informação, sendo que tem muita informação disponível à todos e que não importa a renda ou classe que as pessoas pertencem.

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“O vírus do preconceito agride mais que a doença.”


"A AIDS é uma doença que pode ser evitada. O preconceito, atitude que deve ser extermindada."
Leonardo Albertini

ISSO DEVE MUDAR!!!!






Bibliografia:





Video:
http://youtu.be/aY4P9fttlwY